Não cantes alegrias a fingir Se alguma dor existir A roer dentro da toca Deixa a tristeza sair Pois só se aprende a sorrir Com a verdade na boca
Quem canta uma alegria que não tem Não conta nada a ninguém Fala verdade a mentir Cada alegria que inventas Mata a verdade que tentas Pois e tentar a fingir
Não cantes alegrias de encomenda Que a vida não se remenda Com morte que não morreu Canta da cabeça aos pés Canta com aquilo que és Só podes dar o que é teu
1 Papa Retrógado + 1.1 biliões de católicos no mundo + 22 milhões de infectados pelo HIV em África = ?
Se o vosso resultado deu algum valor positivo como "Tradição", "Moral" ou "Penitência Cristã" então talvez devessem reflectir por mais uns instantes e, se der jeito, começar a abrir os olhos à vossa volta.
Se o vosso resultado deu algum valor negativo tipo "Caos", "Hipocrisia" ou "Retrocesso Histórico" então congratulem-se assinando esta petição.
-Um dos elementos é Presidente há apenas 30 anos. -Outro é coleccionador de presépios. -O outro é, segundo palavras do próprio, "auto-convencido".
O vencedor recebe uma percentagem de um dos X Bancos a instalarem-se na "democracia aprofundada", evolução esta que agrada a todos nós portugueses segundo um tal senhor Alberto Martins.
Obrigado Alberto. Se não fosses tu a pensar pela minha pessoa nem sabia o que seria da mim e do meu "sensor" democrático.
P.S.: Ao invés de perder tempo a envenenar pessoas inconvenientes, o senhor Putin bem poderia ter-se centrado no chantilly deste lindo bolo. Keep dreaming Ines! Os ditadores tendem geralmente a viver largos anos, quais filósofos, de certo como forma a podermos contemplar, apáticamente, o rasto saudável que vão deixando nesta Terra.
Many advocate that we should take care of Human rights before considering the Animal rights. I, for one, think that the Human spirit can only lift to universal respect of the human rights if we treat animals in the same respectful way. In times like these, where the Human not only disrespects the Nature but also its equals, saying we should put Animal rights in a secondary role is only a subterfuge to keep the status quo that serves only the private interests of a minority that tends to tells us how to live. It is my belief that we can only achieve unity if we treat the Nature as something as important as ourselves. Animals were here way before us, why should we treat them only in productive eyes? The way we treat them not only is hurtful to the Nature itself, but also to the behaviour we have to others like us. Torture, Lack of Basic Freedoms, Genocide, Race and Genre Persecution, Human Trafficking (yes, we even trade our own kind)... I just can't think of anything more beastful than that. All this eventually leads me to think that we deserve more the adjective "animals" than the real ones...
"Sabeis, não tenho qualquer predilecção pelo estado celibatário- afirmou docemente Elizabeth ao embaixador- Só esperarei, como qualquer donzela sensata esperaria, pelo homem certo."
Carta Universal dos Direitos Humanos... rings a bell? Parece que não.
É este o mundo em que vivemos, em que a economia regula as relações externas, mesmo que estas contribuam para o aumento da miséria daqueles que dos recursos naturais que têm no próprio país nem o cheiro sentem... quanto mais a riqueza que, como por magia, parece chegar sempre ao mesmo destino.
Por mais utópico que este discurso possa soar, em nada traz novidades para ninguém. Afinal de contas, esta é a história da humanidade e assim irá continuar até que a palavra interesses seja definitivamente substituída pelo bem comum, o que, a meu ver, nem daqui a dois milénios acontecerá. Até lá, ergamos a tenda ao senhor Khadafi, que ele num bom dia até chega a estar bem-disposto...
I've been out walking I don't do too much talking These days I seem to think a lot About the things that I forgot to do And all the times I had the chance to.
I've stopped my rambling, I don't do too much gambling These days I seem to think about How all the changes came about my ways And I wonder if I'll see another highway.
I had a lover, I don't think I'll risk another And if I seem to be afraid To live the life that I have made in song It's just that I've been losing so long.
I've stopped my dreaming, I won't do too much scheming These days I sit on corner stones And count the time in quarter tones to ten. Please don't confront me with my failures, I had not forgotten them.
In March 1928, Christine Collins' nine-year-old son Walter vanishes. Five months later, the LAPD, already under the gun for other unsolved crimes, calls out the press and delivers to Christine a boy who claims to be her son but is not. To avoid embarrassment, Captain Jones demands she take the boy home on a "trial basis." When she continues to insist that the LAPD needs to find her real son, Jones does what the department always does with troublesome citizens -- he locks her up in a psycho ward. Christine Collins sued the city, and Jones for false imprisonment, and 1,000 furious citizens attended a hearing about the Collins case before the City Council's health and welfare committee. Giant speakers had to be hung from the outside of City Hall to accommodate the overflow crowds. Christine Collins made a positive difference; she was an unlikely pioneer. One of the final outcomes of her suing the City of Los Angeles was the California State Legislature passing a law that requires law enforcement to have a warrant before a person can be incarcerated in a (lock up) psychiatric ward/facility. The body of Walter Collins was never found.
"Dont you think you oughtta rest? Dont you think you oughtta lay you head down? Dont you think you want to sleep? Dont you think you oughtta lay your head down tonight?
Dont you think youve done enough? Oh, dont you think youve got enough, well maybe.. You dont think theres time to stop Theres time enough for you to lay your head down, tonight, tonight"
"Então mas não vais fazer nada em relação a isso?"
(pergunto eu, chocada perante a injustiça da situação, e já preparada para agir pela própria pessoa)
"Sabes... é que não me quero chatear."
Ora, se as próprias pessoas se mostram incapazes de agir para corrigir injustiças que as afectam pessoalmente -porque preferem não ser aborrecidas- como é que se pode pedir a alguém que aja quando a situação não lhe diz respeito (embora a injustiça seja por demais evidente)?
Pois... não pode.
É por estas e por outras que nunca nada há-de mudar neste país.
"If you are neutral in situations of injustice, you have chosen the side of the oppressor. If an elephant has its foot on the tail of a mouse and you say that you are neutral, the mouse will not appreciate your neutrality."
As televisões recorgitam mensagens positivas, incitando-nos a sorrir, a cantar, a saltar porque de repente tudo é cor-de-rosa, tudo é feliz.... um novo ano aproxima-se.
Vamos terminar o ano em grande. Tragam o champagne... celebremos este ano que nenhuma alegria nos trouxe... celebremos o próximo que promete ser muito melhor.... ou então não.
Esperanças? Motivações? Essas encontram-se no baú da amargura à espera de uma boa oportunidade de se vingarem das vicissitudes de um ano mau.
Mas os bons e maus anos fazem-se pelas pessoas, pelas suas atitudes ao longo de 365 dias. Uma estrada cheia de curvas que devem ser contornadas não a 180 graus através de subterfúgios vários, mas enfrentadas de frente, com carácter e nobreza de espírito.
Resta-me ir comer as passas e desejar por um ano com mais sorrisos, verdade, paz de espírito, tranquilidade e aceitação.
If you're searching out for something Don't try so hard If you're feeling kinda nothing Don't try so hard When your problems seem like mountains You feel the need to find some answers You can leave it for another day Don't try so hard
But if you fall and take a tumble it won't be far If you fail you mustn't grumble Thank your lucky stars Just savour every mouthful And treasure every moment When the storms are raging round you Stay right where you are
Oh don't try so hard Oh don't take it all to heart It's only fools they make these rules Don't try so hard
À partida, temos dois conjuntos de palavras que nada têm em comum. Numa segunda reflexão, começam a emergir semelhanças por demais evidentes.
Compare-se conceitos como Guerra e Mentira... ambos estão automaticamente associados com a realidade pura e dura. A Guerra e a Mentira sempre existiram, desde que Eva trincou a maçã. Sempre existiram e sempre existirão, não estaremos aqui com utopias...
Esperem, disse utopia? Palavra não há mais adequada para comparar os conceitos de Paz e Verdade. Afinal, ambos os conceitos são de tal forma abstractos que seria impossível observar um governo a planear com tanto afinco a paz com um dado país, da mesma maneira que planeia uma guerra. Da mesma forma, não se vê um governo a expor toda a verdade por trás dos "processos de paz" ou mesmo do verdadeiro intuito de uma guerra.
Mesmo recorrendo a um ponto de vista quantitativo, que conjunto de conceitos se encontra mais presente na nossa realidade? A verdade? Se assim fosse o mundo seria MUITO diferente. E mais não digo... A paz? Só a consigo conceber num mundo onde as disparidades e a cobiça não existissem entre países... algo que nem daqui a dois milénios deverá acontecer. O resto são apenas cessassões temporárias do conflito, movidas por interesses puramente materiais.
Meus amigos, a cada minuto a mentira e a guerra multiplicam-se, enquanto os outros dois, esses pertencem aos romances, filmes, sonhos. Seria possível e viável começar a ver tudo isto de maneira inversa? Não sei. É possível evitar guerras e a mentira? Sem dúvida.
"...em Portugal, a honestidade, a isenção e a frontalidade pagam-se caro. Porque incomodam muita gente. Incomodam aqueles que estão habituados a uma vida de negociatas turvas, trocas de favores e abusos de poder.
(...)
Se continuarmos a deixar que os medíocres procurem arrastar na lama, que é o seu habitat natural, o nome e a imagem de pessoas honradas (...) acabaremos por ficar nas mãos da ditadura da mediocridade. Os medíocres formam máfias transversais (...) organizam-se para assaltar a riqueza nacional (ou o que dela resta, depois de séculos de corrupção). Mas não podem vencer os que trabalham honradamente a favor da coisa pública, sob pena de perdermos, em definitivo, a honra e a liberdade."
A verdade é muitas vezes contornada como se de uma mina terrestre se tratasse.
Anda-se num círculo vicioso, com o dedos sempre pressionando o gatilho dos rodeios, prontos a disparar sempre que seja necessário dar mais outra volta.
Além destes, bastante utilizados para confundir o objecto, existem ainda outras duas armas fundamentais:
- osilêncio
- amentira
O primeiro é muitas vezes recorrido por aqueles que não conseguem enfrentar as consequências da verdade. Nesses casos, costuma-se dizer que o sujeito não quer ferir "susceptibilidades". Assim, sentado no pedestal da bondade, o sujeito prefere manter o silêncio e deixar que o tempo dite a sentença.
A segunda mais não é do que o acto de encobrir a verdade recorrendo a argumentos falaciosos. Pergunto-me...será a mentira mais bondosa que a verdade? Fere-se mais a pessoa em causa contando a verdade do que mentindo?
Perguntas ingénuas, eu sei, mas é engraçado ver como as pessoas arranjam 1001 subterfúgios para evitar a verdade enquanto que a mentira, essa, é sempre inevitável.
Ouve-se barulho, muito barulho, mas de tudo aquilo nada se retém.
Parecem galos a quererem afirmar-se perante a capoeira, pena haver sempre uma raposa por perto a não alinhar no jogo...
Para quando a luta de galos?
Está para vir...
Enquanto isso, vai-se ouvindo ladrar.
(com a raposa sempre por perto... a observar)
"Galo! Galo de uma maneira tal, que agora no quinteiro, mal franzia a testa, tremia tudo! E então lindo! A crista caía-lhe dobrada sobre o ouvido. Um rico brinco de cada lado. E em todo o peito, sobre o papo redondo, um avental de penas que pareciam de pavão! "
O mundo parece fascinado por esta criatura, Sarah Palin de seu nome.
Eu pergunto-me: porquê?
-Será do penteado à executiva ou dos óculos que conferem um certo tom intelectual (o que para o mais comum dos americanos significa saber apontar o Iraque no mapa...)? -Será pelo facto da sua experiência se limitar ao cargo governadora desse grande e complexo Estado americano que é o Alaska? -Será por ter uma filha adolescente com 17 anos, grávida (entre vírgulas porque não tem problema absolutamente nenhum), que romanticamente, vai casar com o seu príncipe encantado e ser feliz para sempre?
Hummm... realmente não percebo. É que além de todas estas virtudes, a criatura reúne ainda todas aquelas qualidades magnânimes dos republicanos:
é pró-vida
está a favor daposse legal de armas(mesmo que todos os dias nos EUA morram crianças por acidentalmente brincarem com as pistolas, imponentes e atribuidoras de virilidade, dos seus pais)
épró-vida
é a favor da pena de morte
é pró-vida
é a favor daguerra (quantas mais melhor.. mesmo que na Guerra do Iraque,esse monumento ao patriotismo americano, já tenham morrido mais americanos que no atentado do 9/11)
é pró-vida
é a favor do lucrativo sistema de saúde americano(responsável por milhares de mortes todos os anos, na maior parte doentes cuja intervenção cirúrgica que lhes salvaria a vidafoi-lhes negada pelas seguradoras de forma a obterem o tão amado lucro)
é pró-vida
O que me assusta nisto tudo, mesmo sabendo que nada disto é novidade para ninguém, é que as pessoas tendem a colocar o mediatismo das personagens acima daquilo que estas defendem. O facto desta senhora, caso McCain seja eleito (que o Diabo seja cego, surdo e mudo), ter muitas hipóteses de o vir a suceder (devido à sua jovialidade) como Presidente dos Estados Unidos é meramente secundário...
"What if her own daughter was raped and became pregnant? Palin was asked that in a Nov. 2, 2006, debate that aired statewide on public television. «I would chose life» Palin answered."
http://www.adn.com/sarah-palin/story/518512.html
"If the legislature passed a death penalty law, I would sign it. We have a right to know that someone who rapes and murders a child or kills an innocent person in a drive by shooting will never be able to do that again. "
www.palinforgovernor.com, "Issues" Nov 7, 2006
Aii... as contradições da vida...(ou serão da morte?)
"Gostaram do espéctaculo?" "Foi absolutamente magnífico!" "Perfeito!"
Perante estas exclamações eufóricas e dotadas de uma total insenção de uso da razão, fiquei perplexa. A primeira coisa que me veio à cabeça foram aqueles videos antigos, que mostravam na escola, das massas embevecidas pelas paradas militares nazis em Berlim, com as bandeirinhas com a suástica cintilante, sempre presente. Sim, eram imponentes, hipnotizantes tendo como objectivo esse mesmo embevecimento, por forma a apagar das pessoas o verdadeiro significado de tudo aquilo, o que estava por trás de toda esta propaganda de facto, deslumbrante. Ora, tendo acabado de visionar a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, com algum desdém perante a (muita) hipocrisia que ali se manifestava (*cough* Comité Olímpico *cough*) e tentando não cair na teia do espectáculo de cores e movimentos que prentendia fazer esquecer toda a (merecida) polémica que envolveu a China pré-JO, qual foi o meu espanto ao perceber que as pessoas à minha volta tinham de facto caido na armadilha, encontrando-se estupefactas e muito, mas muito, maravilhadas."Duvido que a Inglaterra supere tal feito!" engoli eu ainda num estado de semi-espanto. De repente, o xadrez internacional tinha-se resumido a um mero campeonato de espectáculos de fogo de artifício, colocando em pano secundário o facto de a China ser uma ditadura há 40 anos e a Inglaterra das mais antigas democracia no mundo. "O que é que isso interessa?" provavelmente pensariam os embevecidos... "O que interessa é que o chinês voou ao acender a tocha olímpica!" Realmente, quem é que quer saber das democracias e das ditaduras? Sinceramente...
"Enquanto não tomarem consciência não se revoltarão, e enquanto não se revoltarem não poderão tomar consciência."
Well... I'm back! During the holidays, I came across this text I wrote 3 years ago. Guess the years do not affect my mind at any measure...
"Clara está sentada no seu quarto. Sente-se terrivelmente só...e triste. A sua cabeça parece que vai explodir a qualquer momento com tantos perguntas (retóricas) a bombardear a sua mente «Não tenho sorte nenhuma!»; «Quanto tempo mais terei de esperar até isto acabar?»; «Quando é que alguém irá finalmente compreender-me e valorizar-me?». Clara tem apenas 16 anos, mas vê o mundo à sua volta como o mais vivido dos adultos. É realista e muito, muito crítica. Clara queria apenas ser uma adolescente normal: divertir-se com os amigos, dizer parvoíces (para os outros se rirem), viver sem pensar na realidade e nas consequências, enfim, viver a vida. Porém, Clara destaca-se dos demais adolescentes pela sua inteligência, racionalidade, perspicácia, sentido de oportunidade, ironia e, acima de tudo, pelos seus valores e convicções, que não abandona por nada deste mundo. A sua racionalidade fá-la afastar-se dos demais, fá-la passar por anti-social (seja lá o que isso for), e mesmo antipática... No entanto, ela apenas é fiel à sua personalidade (sim... ela tem uma personalidade própria), ao contrário dos demais que, pela sua falsidade, têm um ar de felicidade radiante, um ar despreocupado. como se nada transportassem sobre os seus ombros. São esses os mais populares, os favoritos dos professores, e dos colegas. Afinal de contas, não são incovenientes, estando sempre no sitío certo à hora certa prontos a "ajudar" com o sorriso, qual máquina automática, obviamente ligado. Para Clara, tudo isto é claro como a água... «Pena as pessoas terem os olhos vendados e os ouvidos fechados para tudo o que não lhes traz benefício próprio» pensa Clara, só."
I work hard. I am tired. Yet I see no results nor rewards.
However, I keep working and putting myself to the limit.
Why all these efforts? Why all this shitty attitude? What am I trying to prove to myself and the others? Why keeping with all the struggle if no one around me gives a shit, ? Why don't I just give up and admit I'm a human too?
Because, in the end of the day, all I want is to say one day, that I've given my best in everything I ever took part.
Sick of this life Not that you'd care I'm not the only one with whom these feelings I share
Nobody understands, quite why we're here We're searchin' for answers That never appear
But maybe if I looked real hard I'd I'd see your tryin' too To understand this life, That we're all goin' through
From now on, every month, I shall be posting information about women that inspire me. I hope they will inspire you a bit too.
Queen Elizabeth I (Elizabeth Tudor)
Elizabeth Tudor is considered by many to be the greatest monarch in English history. When she became queen in 1558, she was twenty-five years old, a survivor of scandal and danger, and considered illegitimate by most Europeans. She inherited a bankrupt nation, torn by religious discord, a weakened pawn between the great powers of France and Spain. She was only the third queen to rule England in her own right; the other two examples, her cousin Lady Jane Grey and half-sister Mary I, were disastrous. Even her supporters believed her position dangerous and uncertain. Her only hope, they counseled, was to marry quickly and lean upon her husband for support. But Elizabeth had other ideas.
She ruled alone for nearly half a century, lending her name to a glorious epoch in world history. She dazzled even her greatest enemies. Her sense of duty was admirable, though it came at great personal cost. She was committed above all else to preserving English peace and stability; her genuine love for her subjects was legendary. Only a few years after her death in 1603, they lamented her passing. In her greatest speech to Parliament, she told them, 'I count the glory of my crown that I have reigned with your love.' And five centuries later, the worldwide love affair with Elizabeth Tudor continues.